domingo, 20 de maio de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
Solitude? Não..não mesmo!
" O domingo tá acabando — já é tarde — amanhã a gente começa de novo.
Eu me sinto às vezes tão frágil, queria me debruçar em alguém, em alguma coisa.
Alguma segurança. Invento estorinhas para mim mesmo, o tempo todo, me conformo, me dou força.
Mas a sensação de estar sozinho não me larga."
(Caio Fernando Abreu)
sábado, 28 de abril de 2012
"Fingindo não ser nada, voa como uma canção"
" Ain't that close to love?
Well, ain't that poster love?
Well, it ain't that barbie doll
Her heart's been broken just like you have "
domingo, 9 de outubro de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
" Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis"
(Bertold Brecht)
quarta-feira, 1 de junho de 2011
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Enquanto todo mundo espera a cura pro mal...
... e a loucura finge que isso tudo é normal, eu finjo ter paciencia!
Rio de Janeiro/Brasil - 25-11-2010
http://noticias.br.msn.com/fotos/galeria-de-fotos.aspx?cp-documentid=26476684
Rio de Janeiro/Brasil - 25-11-2010
http://noticias.br.msn.com/fotos/galeria-de-fotos.aspx?cp-documentid=26476684
Definitivo
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
( Carlos Drummond de Andrade )
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
e a pobreza vai se tornando paisagem!
No Brasil, a pobreza de parcelas significativas da população e extrema desigualdade, que vem marcando a sociedade, colocam importantes dificuldades para a ampliação da coesão social e para a reprodução da estabilidade do falado regime democratico.
De um lado a pobreza questiona a capacidade do sistema economico de transformar trabalho em bem estar, nesse mesmo sentido a legitimidade do trabalho e da otica do trabalhador é constantemente ameaçada, uma vez que o padrão de restituição em forma de salario, proteção social e posição social, não garantem o fim da precariedade de vida numa sociedade de constante produção de riqueza.
De um outro lado, no campo politico, a ainda recente conformação do Estado Democratico de Direito, encontra na pobreza e na desigualdade, fontes permanentes de tensão, afinal sua legitimidade foi fundada num estatuto que equipara todos os cidadãos, inclusive os pobres, porem, em meio a todas essas conclusões o que é ainda mais gritante é que a pobreza vem se tornando paisagem!
De um lado a pobreza questiona a capacidade do sistema economico de transformar trabalho em bem estar, nesse mesmo sentido a legitimidade do trabalho e da otica do trabalhador é constantemente ameaçada, uma vez que o padrão de restituição em forma de salario, proteção social e posição social, não garantem o fim da precariedade de vida numa sociedade de constante produção de riqueza.
De um outro lado, no campo politico, a ainda recente conformação do Estado Democratico de Direito, encontra na pobreza e na desigualdade, fontes permanentes de tensão, afinal sua legitimidade foi fundada num estatuto que equipara todos os cidadãos, inclusive os pobres, porem, em meio a todas essas conclusões o que é ainda mais gritante é que a pobreza vem se tornando paisagem!
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| (imagem pertence ao site: www.usuariovirtual.blogspot.com) |
domingo, 18 de julho de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
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